O container é projetado para transporte em navios, trens e caminhões, sendo também chamado de cofre de carga, pois conta com dispositivos de segurança conforme normas nacionais e internacionais.
No transporte marítimo, é essencial entender que o container não é uma simples embalagem, mas parte da embarcação.
Sua criação surgiu da necessidade dos comerciantes de proteger mercadorias contra quebras, deterioração e perdas durante as viagens, evitando prejuízos causados por condições climáticas e longos trajetos.
Atualmente, os containers mais utilizados possuem 20 e 40 pés, mas os primeiros, criados por Malcom McLean, tinham 33 pés.
A medida em pés é comum no Reino Unido, Estados Unidos e, em menor escala, no Canadá. Para conversões, considere que um pé equivale a 12 polegadas.
A principal diferença entre os containers de 20 e 40 pés está no comprimento: o de 20 pés, também usado como unidade de medida no setor, tem 5,9 metros de comprimento interno, enquanto o de 40 pés chega a 12 metros.
A seguir, listamos os tamanhos, dimensões e principais funções dos modelos mais comuns.
Confira os 10 principais tipos de container:
O modal aéreo é o mais rápido no transporte de cargas, alcançando até destinos sem acesso marítimo e facilitando exportações e importações urgentes.
Com menor tempo de armazenagem e menos manuseio, o transporte aéreo reduz riscos de furto, extravio e danos. Além disso, mercadorias sensíveis, como eletrônicos, ficam protegidas de condições climáticas.
O tempo de trânsito no modal aéreo é muito menor que no marítimo. Por exemplo, uma exportação para a Alemanha que levaria 15 dias de navio pode ser feita em horas de avião. A alta frequência de voos garante mais flexibilidade e cumprimento dos prazos.
Com entregas rápidas, ampla cobertura e maior frequência de voos, o transporte aéreo melhora a experiência e aumenta a confiança de exportadores e importadores.
As associações desempenham um papel fundamental no comércio exterior, atuando como intermediárias entre empresas, governo e organismos internacionais. Elas representam os interesses do setor, promovem capacitação, oferecem suporte técnico e jurídico e incentivam o desenvolvimento de políticas públicas favoráveis ao crescimento das exportações e importações.
No Brasil, diversas associações desempenham esse papel estratégico, auxiliando empresários e profissionais a expandirem seus negócios no mercado global. Algumas das principais associações ligadas ao comércio exterior no país são:
O Ministério de Portos e Aeroportos desempenha um papel essencial no desenvolvimento da infraestrutura logística do Brasil, garantindo a eficiência do transporte marítimo e aéreo, que são fundamentais para o comércio exterior e a mobilidade nacional.
Como o Brasil é um país de dimensões continentais e altamente dependente da exportação de commodities e produtos industrializados, a modernização e gestão eficaz dos portos e aeroportos são fatores determinantes para a competitividade econômica.
Esse ministério é responsável por planejar, regulamentar e fomentar investimentos no setor portuário e aeroportuário, buscando melhorar a infraestrutura, reduzir custos logísticos e aumentar a integração do Brasil com os mercados globais. Além disso, atua na ampliação da capacidade operacional dos terminais, na digitalização de processos e na implementação de políticas que incentivam a sustentabilidade e a inovação tecnológica.
Ao garantir a eficiência e segurança das operações em portos e aeroportos, o ministério fortalece as cadeias produtivas, impulsiona o turismo e melhora o ambiente de negócios, tornando o Brasil mais atrativo para investimentos internacionais.